De tarde virei da selva, sobre a relva, os meus suspiros te dar...
e de noite na corrente virei mansamente te embalar.
E a rosa dizia à brisa: Não precisa meus seios dos beijos teus, tu passas de noite e dia, sem poesia a repetir-me os teus "ais", não te amo, amo o vento que é mais forte e eu amo mais...
No outro dia a pobre rosa, no hastil se debruçou, pobre dela, teve a morte, porque o vento (forte) a desfolhou !!
(Casimiro de Abreu)
Gostei do seu blog. Escrevo contos mais amo poesia.
ResponderExcluirVirei aqui mais vezes.
Obrigada Dani, bjksss
ResponderExcluirEu adoro esse poema...é iluminado intenso com raizes profundas.É pessoas como vc Celina que faz diferença,a sensibilidade da alma ..adorei iluminada
ResponderExcluirOi Rane, obrigada pelo comment, seja sempre bem vinda!
ExcluirBjoBjo;)